“Será que o pessoal não lê?”

“Será que o pessoal não lê?”

Escrito em 13/05/2019

Entre negócio, memória, arte e nostalgia — os sebos do Centro de Florianópolis por seus donos

Por Karina Ferreira, Mahara Aguiar, Maria Helena de Pinho e Vinicius Claudio


Em uma área de pouco mais de 5000 m², entre as ruas Fernando Machado e João Pinto, no Centro de Florianópolis, estão abrigados pelo menos 250 mil livros. Estão distribuídos entre sete sebos, que se mantém vivos numa região histórica em processo de renovação, entre a Avenida Hercílio Luz, o Terminal Velho e a Praça XV de Novembro. Embora a área seja de movimentação lenta, os livros estão em constante estado de transição. Passam de mão em mão, leitor em leitor, em idas e vindas. Os donos de sebo ficam. Ivete, Magali e Sérgio são três deles.



Confira o perfil de livros que representam os sebos do Centro: negóciomemóriaarte e nostalgia.